Publicado: Quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Conte uma reportagem que mudou sua vida
Deborah Dubner
“Há muito tempo, inicio dos anos 90 em Sorocaba quando prestava serviços ao jornal Diário de Sorocaba, uma reportagem sobre “o sonho da casa própria” me fez ver o quanto é sofrida a vida do trabalhador mal remunerado e por quantas humilhações são capazes de passar para realizar um sonho. As histórias eram dolorosas e contraditoriamente estimulantes, mostrando o quanto é necessário se profissionalizar e se atualizar para ter respaldo no mercado profissional”. (Ângela Abreu, radialista. Atualmente trabalha da FM90, de Salto)
"Várias reportagens foram marcantes para mim, mas para citar só uma, vem à minha cabeça a cobertura da polêmica eleição para a presidência da Câmara de Vereadores de Itu para o biênio 2003/2004. O então governo municipal contava com maioria na Câmara, mas naquele dia os descontentes migraram para o bloco de oposição e, numa sessão marcada por declarações inflamadas e posições surpreendentes, 10 vereadores se uniram e iniciaram uma grande reviravolta na política de Itu. A cobertura daquele dia para mim foi marcante, ainda mais quando retornei à redação do Jornal Periscópio e contei o que havia acontecido, para espanto de todos, que obviamente não imaginavam que os seis da oposição haviam se transformado em 10, e mais tarde seriam 12. O panorama político da cidade teve naquele dia o que podemos chamar de divisor de águas e para mim foi muito bom participar daquele momento como repórter".
"Não como reportagem nem a ponto de mudar minha vida, mas por meio de crônicas, entre outras, duas talvez tenham sido de maior destaque:Faz alguns anos, ousei afirmar que o último prefeito de Itu fora o saudoso e competente Dr. Felippe Nagib Chebel, no longínquo mandato de 1952/1955. Com essa matéria, esgotou-se a edição do Jornal “A Federação” e, sob licença, foi ela publicada também no Jornal Periscópio. TÃO FLORES COMO AS FLORES
O jornal no prelo, de última hora pois, sem maiores pretensões, inventei um diálogo, dizendo-me preso na garagem porque haviam estacionado na porta. À espera, de dentro do carro, entabulei conversa com um par de gramíneas (estas verdadeiras!), que tinham vicejado numa fresta, junto à parede. O jornal nas bancas, surpreendentemente, tanto por telefone como na rua, fui muito cumprimentado. Algo reconfortante até pela inesperada repercussão". (Bernardo Campos, jornalista com extensa colaboração na imprensa local)
“Há um ano fiz uma grande reportagem sobre as entidades assistenciais de Itu, e essa foi, com certeza, a reportagem que mais mexeu comigo. Entre as ongs selecionadas, visitei a AMAI (Associação dos Amigos dos Autistas de Itu) que, como o próprio nome diz, cuida de crianças, jovens e adultos com autismo. Foi certamente uma experiência inesquecível. Alguns meses depois, usei o mesmo tema – autistas – para fazer um documentário de TV na faculdade. Dessa vez, meu grupo e eu fizemos uma analogia ao filme Peter Pan, comparando as crianças que nunca crescem com as crianças do filme que vivem em um mundo imaginário”. (Camila Bertolazzi, estudante de jornalismo pela Universidade de Sorocaba, e estagiária do site www.itu.com.br.
“Não me lembro de nada muito especial. Algo mais marcante foi cobrir a descoberta de um bebê que acabara de ser abortado pela mãe e jogado no rio Tietê. Foi algo bem chocante no início da minha carreira”. (Carla Campos é editora do Jornal Bom Dia Itu)
São muitas as matérias marcantes... Duas delas foram, sem dúvidas, enriquecedoras. Foram resultado de entrevistas incríveis que fiz com profissionais locais extremamente talentosos: Célia Maria Mariano (bailatriz) e Gasparini Filho (radialista). Eles transmitem um amor tão grande pelo que fazem, além de contarem histórias de vida de forma tão elucidativas que eu conseguia ver, sentir, viver com eles essas histórias.(Carolina Padreca, assessora de imprensa do Teatro Montécnica, de Salto)
"São muitas as matérias marcantes... Duas delas foram, sem dúvidas, enriquecedoras. Foram resultado de entrevistas incríveis que fiz com profissionais locais extremamente talentosos: Célia Maria Mariano (bailatriz) e Gasparini Filho (radialista). Eles transmitem um amor tão grande pelo que fazem, além de contarem histórias de vida de forma tão elucidativas que eu conseguia ver, sentir, viver com eles essas histórias".
“Há um ano fiz uma grande reportagem sobre as entidades assistenciais de Itu, e essa foi, com certeza, a reportagem que mais mexeu comigo. Entre as ongs selecionadas, visitei a AMAI (Associação dos Amigos dos Autistas de Itu) que, como o próprio nome diz, cuida de crianças, jovens e adultos com autismo. Foi certamente uma experiência inesquecível. Alguns meses depois, usei o mesmo tema – autistas – para fazer um documentário de TV na faculdade. Dessa vez, meu grupo e eu fizemos uma analogia ao filme Peter Pan, comparando as crianças que nunca crescem com as crianças do filme que vivem em um mundo imaginário”. (Camila Bertolazzi, estudante de jornalismo pela Universidade de Sorocaba, e estagiária do site www.itu.com.br.
“Não me lembro de nada muito especial. Algo mais marcante foi cobrir a descoberta de um bebê que acabara de ser abortado pela mãe e jogado no rio Tietê. Foi algo bem chocante no início da minha carreira”. (Carla Campos é editora do Jornal Bom Dia Itu)
São muitas as matérias marcantes... Duas delas foram, sem dúvidas, enriquecedoras. Foram resultado de entrevistas incríveis que fiz com profissionais locais extremamente talentosos: Célia Maria Mariano (bailatriz) e Gasparini Filho (radialista). Eles transmitem um amor tão grande pelo que fazem, além de contarem histórias de vida de forma tão elucidativas que eu conseguia ver, sentir, viver com eles essas histórias.(Carolina Padreca, assessora de imprensa do Teatro Montécnica, de Salto)
"São muitas as matérias marcantes... Duas delas foram, sem dúvidas, enriquecedoras. Foram resultado de entrevistas incríveis que fiz com profissionais locais extremamente talentosos: Célia Maria Mariano (bailatriz) e Gasparini Filho (radialista). Eles transmitem um amor tão grande pelo que fazem, além de contarem histórias de vida de forma tão elucidativas que eu conseguia ver, sentir, viver com eles essas histórias". "Todas as matérias feitas nos mudam um pouco. Todas elas nos mostram um outro lado da moeda, nos fazem pensar e mudam direta ou indiretamente nosso pensamento. Mas uma que realmente me influenciou radicalmente não é uma reportagem e sim um evento. Em julho de 2007, conseguimos trazer o senador Cristovam Buarque para uma visita à Salto, Itu e Indaiatuba. Eu organizei toda a agenda dele, seus compromissos e visitas. E, convivendo com Cristovam por três dias, reciclei todas as minhas posições sobre a Educação praticada no Brasil. Transformei-me num defensor da causa Educação. Tornamo-nos amigos e, recentemente ele me convidou para ser
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