Colégio Anglo recebe palestra de professor da Politécnica da USP
Evento aconteceu na noite de 5 de agosto.
André Roedel
Na noite de 5 de agosto, a comunidade estudantil e o corpo docente do Colégio Cidade de Itu - Anglo receberam a visita do professor Dr. Marcos Ribeiro Pereira Barreto, coordenador da equipe de Robótica e Arte e Tecnologia da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Na oportunidade, o professor ministrou uma palestra esclarecedora e motivadora sobre as áreas de atuação dos 16 cursos de engenharia ministrados pela instituição e a real importância de seus respectivos conhecimentos técnicos dentro de uma sociedade.
Pereira Barreto é formado por essa mesma instituição de ensino superior, fundada durante o governo de Bernardino de Campos pelo ituano Antonio Francisco de Paula Souza em 1893, neto do então deputado da Corte de Lisboa, Francisco de Paula Souza e Mello. Ele é graduado em Engenharia de Eletricidade, com cursos de mestrado em Engenharia Elétrica e doutorado em Engenharia Mecânica. A Escola Politécnica foi incorporada à USP em 1934.
Na própria universidade, como educador, atualmente Pereira Barreto está envolvido em projetos de robôs sociáveis (que identificam sentimentos humanos), computação afetiva e arquitetura de sistemas para aplicações críticas e de tempo real.
Durante sua descontraída palestra, Pereira Barreto se lembrou da época em que morou em Itu durante a infância e adolescência. Também brincou, dizendo que pelo fato da Escola Politécnica ter sido fundada por um ituano, a cidade não apenas mereceria 20 vagas nos cursos de engenharia, por ano, mas 20% delas deveriam ser destinadas aos conterrâneos do ilustre fundador interessados em se tornar engenheiros.
No final da palestra, que teve caráter motivador não apenas para os alunos interessados em cursar engenharia, os futuros universitários fizeram perguntas pertinentes ao palestrante que as respondeu de maneira clara e objetiva e fez questão ainda de salientar sobre a importância da realização profissional em detrimento do ganho financeiro. Ele deixou claro que, independente da área de atuação, o profissional deve fazer uso de uma pergunta “chave” a si mesmo sempre: “o que move você?”.
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