Top 5: os piores filmes de super-herói
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Leandro FerreiraPor Leandro Sarubo
Esqueça as pedrinhas de cor verde, os psicopatas com boa mira e os seres sobrenaturais que surgem do nada. O maior inimigo de seu super-herói predileto pode ser bem menos interessante e muito mais destrutivo.
Normalmente desesperados por bilheterias arrebatadoras, muitas vezes os estúdios acabam entregando alguns de seus projetos mais ambiciosos (e perigosos) para os profissionais menos indicados da área – não faltam tapados em Hollywood. E assim nascem as adaptações que causam náusea e depressão já nos trailers.
Confira, a seguir, a lista das cinco maiores presepadas do casamento entre o gibi e o cinema. Para evitar injustiças (e um congestionamento de filmes do Superman), apenas um filme por personagem foi classificado.
5º lugar
“Batman e Robin”
(1997)
Joel Schumacher fez o pior Batman de todos os tempos e se desculpou depois. Atitude louvável, mas que não apaga a imagem carnavalesca do “homem-morcego” ou a deplorável versão de Arnold Schwarzenegger para Mr.Freeze. O filme é, até hoje, mais lembrado pela excelente trilha sonora, liderada pela faixa “The End Is the Beginning Is The End”, do Smashing Pumpkins.
4º lugar
“Demolidor”
(2003)
Mark Steven Johnson (você vai decorar este nome) é sádico. Para interpretar “Demolidor”, herói com deficiência visual, chamou Ben Affleck, ator com deficiência de talento.
3º lugar
“Lanterna Verde”
(2011)
Ryan Reynolds tinha tudo. Fama, dinheiro, mulheres e respeito. Depois de “Lanterna Verde”, continuou famoso, endinheirado e bem cotado pelas garotas. Mas ficou sem o respeito.
2º lugar
“Motoqueiro Fantasma”
(2007)
Nem Blackheart cometeria a crueldade de escalar Nicolas Cage para interpretar o Motoqueiro Fantasma. Mark Steven Johnson, diretor e roteirista do filme, resolveu arriscar. Azar o nosso, pois o resultado não poderia mesmo ser outro.
1º lugar
“Superman – O Retorno”
(2006)
A filmografia do homem de aço sempre foi um horror. Criado para apagar o passado de longas banais, lotados de clichês, “Superman – O Retorno” acabou por repetir e ampliar os antigos vícios de Clark Kent.