Publicado: Segunda-feira, 1 de dezembro de 2003
O DRAMA DA LIÇÃO DE CASA
Para a grande maioria dos pais é um verdadeiro drama acompanhar seus filhos na época escolar - o que não deveria ser! Na verdade, o que ocorre é um desgaste desnecessário.
Como exemplo, vou falar da "Tarefa de Casa". A criança não quer fazer ou faz de má vontade; a mãe fica nervosa, castiga, ou ajuda a fazer a tarefa (quando não faz por ela). Tudo errado, favorecendo uma verdadeira "guerra" em casa que parece não ter fim - e a tendência, seguindo essa linha, é não ter fim mesmo.
Se a criança não quer fazer sua tarefa, quando for cobrada pelo professor, certamente enfrentará alguma conseqüência negativa e os pais devem, depois de algumas tentativas em contrário, deixar que sofra essas conseqüências na Escola e que tenha também que responder por suas falhas em casa.
Desse modo, os pais estarão ajudando seu filho a amadurecer com responsabilidade, assumindo e respondendo por seus atos. A criança precisa aprender desde cedo que as opções são muitas e as escolhas são feitas por cada um - optar por fazer ou não a lição de casa é uma delas.
Quando a criança não consegue fazer a tarefa sozinha, os pais não devem ajudar, ensinar, pois estarão cumprindo um dever que não é deles. E o que é pior: reforçando o fato do aluno não prestar atenção na aula ("depois minha mãe ensina..."), ou a timidez de dizer ao professor que não entendeu.
De qualquer forma, das duas maneiras é prejudicial para a criança, para seu desenvolvimento, posicionamento, etc. Além disso, para o professor, a "doença fica mascarada!" O que quero dizer é que se a tarefa é apresentada pronta e certa, ele imagina que o aluno saiba fazer sozinho, que não tenha dúvidas e, na hora da prova... surpresa: nota baixa! Nesse caso, fica então evidente que não houve aprendizagem de fato e que se perdeu um tempo precioso.
O novo cidadão que a Escola de hoje pretende formar é aquele que se sente livre, mas com responsabilidade, que seja crítico com sabedoria, que vença na vida com a arma do conhecimento, que se utilize da tecnologia mas que saiba amar, que frequente a Escola não por obrigação, mas por reconhecer, dentro de si, a real importância da sua própria evolução.
Portanto, quero tirar dos pais mais este "fardo". O seu papel é o de incentivar seus filhos ao estudo, acompanhar, participar das reuniões/festas escolares... e deixar que os professores cumpram o que é seu dever: ensinar!
"Olho 2:" O papel dos pais é o de incentivar seus filhos ao estudo, acompanhar, participar das reuniões/festas escolares... e deixar que os professores cumpram o que é seu dever: ensinar!
Como exemplo, vou falar da "Tarefa de Casa". A criança não quer fazer ou faz de má vontade; a mãe fica nervosa, castiga, ou ajuda a fazer a tarefa (quando não faz por ela). Tudo errado, favorecendo uma verdadeira "guerra" em casa que parece não ter fim - e a tendência, seguindo essa linha, é não ter fim mesmo.
Se a criança não quer fazer sua tarefa, quando for cobrada pelo professor, certamente enfrentará alguma conseqüência negativa e os pais devem, depois de algumas tentativas em contrário, deixar que sofra essas conseqüências na Escola e que tenha também que responder por suas falhas em casa.
Desse modo, os pais estarão ajudando seu filho a amadurecer com responsabilidade, assumindo e respondendo por seus atos. A criança precisa aprender desde cedo que as opções são muitas e as escolhas são feitas por cada um - optar por fazer ou não a lição de casa é uma delas.
Quando a criança não consegue fazer a tarefa sozinha, os pais não devem ajudar, ensinar, pois estarão cumprindo um dever que não é deles. E o que é pior: reforçando o fato do aluno não prestar atenção na aula ("depois minha mãe ensina..."), ou a timidez de dizer ao professor que não entendeu.
De qualquer forma, das duas maneiras é prejudicial para a criança, para seu desenvolvimento, posicionamento, etc. Além disso, para o professor, a "doença fica mascarada!" O que quero dizer é que se a tarefa é apresentada pronta e certa, ele imagina que o aluno saiba fazer sozinho, que não tenha dúvidas e, na hora da prova... surpresa: nota baixa! Nesse caso, fica então evidente que não houve aprendizagem de fato e que se perdeu um tempo precioso.
O novo cidadão que a Escola de hoje pretende formar é aquele que se sente livre, mas com responsabilidade, que seja crítico com sabedoria, que vença na vida com a arma do conhecimento, que se utilize da tecnologia mas que saiba amar, que frequente a Escola não por obrigação, mas por reconhecer, dentro de si, a real importância da sua própria evolução.
Portanto, quero tirar dos pais mais este "fardo". O seu papel é o de incentivar seus filhos ao estudo, acompanhar, participar das reuniões/festas escolares... e deixar que os professores cumpram o que é seu dever: ensinar!
"Olho 2:" O papel dos pais é o de incentivar seus filhos ao estudo, acompanhar, participar das reuniões/festas escolares... e deixar que os professores cumpram o que é seu dever: ensinar!
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