Publicado: Quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Como você descobriu que queria ser jornalista?
Deborah Dubner
"Na verdade não sou jornalista, e sim radialista. Mais a informação como noticia acabou por despertar em mim um lado bastante jornalístico, do qual gosto muito". (Ângela Abreu, radialista. Atualmente trabalha da FM90, de Salto)
“Apesar de ser apaixonado por História e Geografia, que me fizeram pensar um pouco antes de definir de fato que carreira eu gostaria de seguir, o Jornalismo sempre me fascinou. E eu digo sempre porque desde pequeno o Jornalismo, de alguma forma, já me atraía. Em meio aos carrinhos e videogames, sempre tinha tempo para brincar um pouco de "faz de conta que sou apresentador de telejornal", o que era muito engraçado. Volta e meia minha mãe lembra disso. Tirando essas brincadeiras de criança, acredito que a forma como meus pais me criaram levou a isso. Ouço o jornalismo da Jovem Pan todos os dias desde pequeno, sempre enquanto tomo café da manhã. Sempre gostei de telejornais, de ler jornais e revistas. E na escola, os professores de Redação e de Língua Portuguesa sempre elogiavam meus textos, me incentivavam. A opção pelo Jornalismo acabou acontecendo naturalmente”.
"De modo instintivo e natural. Meu pai foi proprietário de gráfica, editor de jornais e articulista exímio, sim, com alma de poeta". (Bernardo Campos, jornalista com extensa colaboração na imprensa local)
"Acredito que esse meu instinto de jornalista nasceu comigo, mas eu descobri que essa seria a minha profissão ainda criança, quando amigos, familiares e conhecidos diziam que eu daria uma ótima jornalista, pois tinha um poder incrível de comunicação e grande facilidade de me expressar também na escrita". (Camila Bertolazzi, estudante de jornalismo pela Universidade de Sorocaba e estagiária do site www.itu.com.br)
“Não foi propriamente uma descoberta, um momento de start ou algo assim. Para mim foi algo extremamente natural. Meu irmão era radialista e eu vivia no meio. Quando vi, já estava fazendo o meio também”. (Carla Campos é editora do Jornal Bom Dia Itu)
"Por acaso. A arte sempre esteve ligada a mim, talvez o jornalismo seja uma vertente dela, assim como o canto". (Carolina Padreca, assessora de imprensa do Teatro Montécnica, de Salto)
"Lá pelos idos de 70, em plena ditadura militar, tinha 16 anos e já trabalhava com informação e comunicação. Naqueles tempos difíceis, a coisa era outra. Eu e mais cinco amigos tínhamos programa de rádio – em Itu e Porto Feliz - e já fazíamos uma coluna semanal para jornais da época, programas de auditório, etc. E já éramos críticos. De lá para cá, foram anos de pesquisa e muito trabalho. Fui editor de duas revistas culturais impressas em Salto. E, em 2004, elaborei a Circuito on Line como um canal de discussão para toda a nossa região". (Claudiney Bravo, editor da Circuito on Line)
"Eu não descobri que queria ser. De repente, eu descobri que eu era! É uma paixão que corre nas veias, algo que faz você ver pautas em qualquer lugar, a qualquer hora. Chega a ser um vício, que às vezes cansa, mas também dá muita alegria!" (Deborah Dubner - escritora e editora do itu.com.br)
"Casualmente. Convidada que fui a fazer parte da equipe de colaboradores, como voluntária, do Centenário Jornal A Federação, no ano de 1994. Foi assim que descobri minha paixão pela imprensa. O trabalho no jornal me permitiu fazer “carreira”. Do setor comercial passei a revisora, repórter, fotógrafa, colunista das Páginas Feminina e Social e como cronista ou articulista. Foi assim que descobri alguma vivencia no ofício (apesar de não ter o diploma), adquiri a experiência no fascinante ambiente das redações". (Ditinha Schanoski - Diretora comercial e colunista social do centenário Jornal “A Federação” e ativista em diversas ongs e associações).
"O jornalista já nasce jornalista, desde criança gosta de falar muito, gosta de ler muito, imita apresentadores de jornais, gosta de comentar e fazer críticas de tudo". (Douglas Lara é idealizador da semana do escritor de Sorocaba e organizador das coletâneas Roda Mundo)
"Quando somos jornalistas, quando temos essa alma curiosa e esse sentido aguçado em querer expressar em palavras o que vemos, essa descoberta nos é apresentada aos poucos, de forma def
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