Entretenimento

Publicado: Quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Qual é o tipo de mídia com que mais se identifica?

"Radio e jornal". (Ângela Abreu, radialista. Atualmente trabalha da FM90, de Salto)







"Os meios que mais me identifico são aqueles em que já tive pelo menos alguma experiência. Falar de um só seria difícil para mim, porque gostei de todos eles, mesmo o rádio, que tive uma pequena experiência. Escuto rádio desde pequeno e meu sonho era ser locutor de futebol, mas não consegui avançar nisso. O máximo foi ter feito algumas transmissões de campeonato de futebol amador em Itu e em Salto, há alguns anos, o que foi muito bom. Tive uma experiência de mais de cinco anos em jornal impresso, o que foi muito bom para a minha vida profissional. Há dois anos e meio trabalho com assessoria de imprensa em gestão pública e posso dizer que é uma área extremamente interessante para se trabalhar".
(Antonio Rafael Júnior éDiretor do Departamento de Comunicação Social da Prefeitura da Estância Turística de Itu)

"Com o da mídia impressa, no verdadeiro estado de espírito que caracteriza o cronista, - justamente o de ser delicado e tenso, sagaz e terno, poeta sem versos, inquieto captador das minudências do cotidiano".
(Bernardo Campos - jornalista com extensa colaboração na imprensa local)






"Eu sou completamente apaixonada pelo jornalismo e por tudo que ele representa e envolve. Sou fascinada pela rapidez e praticidade do rádio e da internet, pela magia da televisão e pelo conservadorismo do jornal, mas o que mais me encanta são os textos de revista, sempre completos, porém simples, e com imagens que dispensam palavras". (Camila Bertolazzi, estudante de jornalismo pela Universidade de Sorocaba e estagiária do site www.itu.com.br)

"Jornal impresso". (Carla Campos é editora do Jornal Bom Dia Itu)








"Poder passar esse mesmo romantismo para o papel e saber que ele será, muitas vezes, levado de mão em mão é gratificante. O jornalismo interpretativo escrito é fascinante". (Carolina Padreca - assessora de imprensa do Teatro Montécnica, de Salto)



"A mídia impressa. Sou apaixonada pela radiofônica, pelo contexto todo de romantismo, que permite imaginar, sonhar, divagar... Mas ela é momentânea. "Sem nenhuma dúvida a Internet. Depois, revistas e jornais". (Claudiney Bravo - editor da Circuito on Line)



"Com certeza é Internet! Pela flexibilidade, interatividade, velocidade e criatividade que permite".(Deborah Dubner - escritora e editora do itu.com.br)





"A escrita. Gosto de escrever! Escrevo para não esquecer do que acredito. O meu problema é que tenho vontade de transformar tudo o que eu vejo, escuto e sinto em texto. Passo o tempo inteiro de antena ligada, anotando frases, memorizando acontecimentos. Você se acostuma a escrever não esperando inspiração. Passa a acreditar que existem dias bons e dias maus, dias em que você escreve e o que sai não parece tão horrível e dias em que tem que jogar fora o que escreveu. Ajuda a adquirir o ofício e isso não tem preço. Tudo é raio em nossos dias. Quem não se adapta aos fotos novos a cada instante corre o risco de ficar para trás, perdendo o trem da história". (Ditinha Schanoski - Diretora comercial e colunista social do centenário Jornal “A Federação” e ativista em diversas ongs e associações).

"A televisão é a pretensão da maioria dos jornalistas. É onde ele é conhecido por todos". (Douglas Lara é idealizador da semana do escritor de Sorocaba e organizador das coletâneas Roda Mundo)








"Sempre me identifiquei muito com a profissão de transmitir informações, seja ela em que mídia for. Mas gosto muito de assessoria de imprensa, internet e telejornalismo".
(Edgar Silveira integra a equipe de marketing do Plaza Shopping Itu e é assessor de imprensa da PRÓTUR)



"Não há uma mídia específica, mas a fotografia me provoca muito desde o primeiro ano da faculdade nas suas mais variadas plataformas. Há sempre um apelo de solid&ati
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