Bem estar

Publicado: Terça-feira, 17 de julho de 2012

Oferta de remédios para asma cresce 60% em cidades de extrema pobreza

Números foram divulgados pelo Ministério da Saúde.

Oferta de remédios para asma cresce 60% em cidades de extrema pobreza
Oferta de remédios para asma cresce 60% em cidades de extrema pobreza

Desde o início da gratuidade, 47,4 mil pessoas já retiraram os medicamentos para asma em mais de mil municípios do Brasil Sem Miséria, que contam com o programa Farmácia Popular. O Ministério da Saúde começou a distribuir, gratuitamente, em junho, os medicamentos para asma. A estratégia faz parte das ações do Plano Brasil Sem Miséria. Desde então, 83.388 mil pessoas em todo o país já retiraram os medicamentos nas farmácias populares, representando um aumento de 60% do acesso, se comparado ao mesmo período antes da gratuidade.

Deste total, mais da metade das pessoas atendidas vivem em municípios de extrema pobreza. Nos primeiros 35 dias da ação, 47,4 mil pessoas retiraram os medicamentos em 1.084 municípios em situação de miséria que contam com a ação Saúde Não Tem Preço, do programa Farmácia Popular.

Os dados revelam que o principal objetivo da ação que é combater à miséria na primeira infância e beneficiar especialmente a saúde de crianças que vivem nessa situação, está sendo alcançado. E para ampliar ainda mais a assistência nos municípios do Brasil Sem Miséria, o Ministério da Saúde priorizou o credenciamento de farmácias privadas com interesse em participar do programa nessas localidades. A expectativa é ampliar a cobertura do programa Farmácia Popular para os 2.365 municípios que integram o plano até o final do ano.

“A gratuidade dos medicamentos para asma é um forte mecanismo de transferência de renda. Além de auxiliar as famílias, principalmente as mais carentes, a direcionarem seus recursos para outras necessidades, como alimentação”, afirma o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica, José Miguel do Nascimento Júnior.

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