Confira os melhores comentários dessa semana

Publicado: Sexta-feira, 9 de abril de 2010 por Jéssica Ferrari

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> Entretenimento - A versão da cigarra
Wilson Donizeti Miranda
- 3/4/2010, às 10h12
Olá senhor Nando. Certo dia, voltando para casa de ônibus, duas pessoas conversavam e riam alto. A moça que estava ao meu lado criticou os risos altos. Eu fiquei com inveja porque não consigo rir daquela forma há muito tempo. Nunca vou ao circo para ver globo da morte ou trapézio, sempre fui para ver palhaços e, como adoro os palhaços. Que delícia rir e esquecer o mundo lá fora. Meus filhos ficam prestando mais atenção em mim que nos palhaços. Independente da tua profissão ou ocupação, parabéns por ser palhaço. Palhaço e culto. Já tinha muita admiração pelas pessoas do Itu.com.br, virei teu fã também, principalmente pela forma que escreve. Um grande abraço.

> Saúde & Beleza - A doença da intolerância homofóbica
Roberto Angelo dos Santos
- 3/4/2010, às 11h56
Quando se diz que 10% da população é constituída de homossexuais, e que esta minoria é sempre e invariavelmente oprimida pela maioria homofóbica eu fico me perguntando: como é que se conseguiu chegar a uma conclusão tão simplista? É óbvio que dentro do mesmo grupo dos homossexuais há indivíduos criminosos, e muitos dos que aparecem nas estatísticas de mortos por homofobia foram assassinados ou brutalizados por indivíduos também homossexuais. Eu mesmo já vi casos, em minha cidade, de travestis serem assassinados ou brutalmente violentados por disputa de ponto para a prostituição pelos seus próprios colegas de profissão. Mas esse tipo de coisa não aparece nas estatísticas. Os países ocidentais e cristãos são os mais tolerantes em relação ao homossexualismo, mas ninguém parece querer ver isso. Por que é que as pessoas que gostam tanto de falar que os brasileiros são homofóbicos, não se engajam numa luta verdadeiramente gloriosa em favor dos homossexuais realmente oprimidos dos países comunistas e muçulmanos do mundo, que os tratam da forma mais ignominiosa possível? Usar um estilo indignado e em tom acusatório como o fez a autora do texto, só é possível num país tolerante como o nosso. Se a nossa indignada autora vivesse em países como Cuba ou Irã, esse texto jamais seria publicado, e sua indignação, talvez, jamais encontrasse aquela coragem que, nestes países, é digna de mártires ou suicidas.

> Entretenimento - Ivete vem aí... Itu terá mais uma edição do Schin Folia!
Lyra
- 3/4/2010, às 16h35
Ao invés de melhorar a qualidade da cerveja, investe em propaganda. Se o Nelson estivesse vivo até faria propaganda, mas tenho certeza que a qualidade das bebidas já estaria em alto nível.

> Educação - Amor, vida e morte
Gabriel Falcini Santos
- 3/4/2010, às 19h35
Se o ser humano não fosse um incessante ser à busca de respostas, talvez pudéssemos aceitar, de vez, que não há resposta! Ou há? Quem sabe um dia saberemos... Belo texto!

> Educação - A lição da Isabella
Rodrigo Negrão Pontara
- 5/4/2010, às 16h32
Ola Mércia!!! Partindo-se do pressuposto que os valores morais se iniciam no seio da família, como será o comportamento deste individuo a partir do momento que ele se depara a manifestações populares como a citada? Será que a crise moral por qual vem passando a sociedade, não acaba por deturpar até os valores que trazemos de casa? Acho que esse é o paradigma dos dias atuais. Não basta trazer consigo valores morais familiares, o exercício dessa ética na sociedade depende muito mais de uma resistência ao comportamento que é socialmente difundido, essa resistência não trazemos de casa, nós a desenvolvemos segundo as experiências que buscamos. Porém seu texto foi brilhante e sem dúvida nos coloca a pensar.

> Cinema - Ilha do Medo
Fernando Henrique Campos
- 6/4/2010, às 21h57
Parabéns pela crítica, mas sinceramente, não gostei do filme. Na minha humilde opinião o roteiro é desproporcional e peca demais, é um filme difícil de assistir até o fim. As atuações foram boas, só isso. A direção não explora o melhor do roteiro, se é que ele tem alguma coisa de bom, com quase 50 minutos tudo vira clichê, perde a graça. Algumas cenas beiram o trash de tão exageradas, outras fazem rir. É um filme pra ver apenas os 30 minutos finais, e ainda assim se pegar o DVD como bônus da locadora.

> Cultura - Mais do que jornalistas, pessoas!
José Maria Cancelliero
- 7/4/2010, às 13h41
Congratulo-me com o profissional que, como ninguém, fala a língua de todas as camadas sociais usando a ética como um afiado instrumento de trabalho. Se a nossa jovem democracia se mantém de pé com dignidade, muito se deve à fidelidade e vigilância desses autênticos baluartes que, com garra e extrema determinação, lutam em favor dos valores humanitários, sem poupar os seus esforços e sem ter medo de correr riscos. A todos os jornalistas, incansáveis trabalhadores em prol da justiça e de uma sociedade igualitária, meus sinceros parabéns pelo seu dia! Prof.José Maria Cancelliero, Presidente do Centro do Professorado Paulista -CPP S.Paulo –SP.

> Cinema - Cinema Paradiso
Natália Tiso
- 7/4/2010, às 17h58
Também faço parte do "clube" dos que amam este filme!!! Parabéns, você conseguiu escrever sobre ele - eu gosto tanto que nem consigo discutir acerca dele - mas, principalmente, você tocou nas emoções que o filme é capaz de despertar. Seu texto ficou singelo e emocionante, pra mim, as duas qualidades de Cinema Paradiso. Abraços.

> Esportes - Na despedida de Juninho, Ituano bate Portuguesa e se mantém na elite
Mauricio Pires
- 8/4/2010, às 11h50
A queda do Ituano FC seria uma justa resposta à falta de apoio da cidade e da falta de torcedores. Juninho é uma grande pessoa, um ótimo profissional que não mereceria cair para a segunda divisão, em seu jogo de despedia dos campos de futebol. Espero e torço para que ele, como gerente de futebol, consiga estabilizar o Ituano FC como um time competitivo e que assim traga de volta ao precário estádio Novelli Júnior, aqueles torcedores que há tempos deixaram de acompanhar o time in loco, mas nunca no coração. VAMOS JUNINHO, construir uma nova história para o Ituano!

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