Colunistas

Publicado: Sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Afonso de Taunay e os Retratos dos Convencionais

       A Galeria de retratos dos Convencionais de 1873: Afonso de Taunay e a dinâmica e formação de um acervo museológico

 

                                                                                              Anicleide Zequini

                                                                                              [email protected]

 

Uma explicação:  Este artigo, constitui a Introdução de um livreto intitulado Galeria de Retrados dos Convencionais Republicanos de 1873, publicado em novembro de 2017, composto pela biografia dos 133 participantes daquela reunião, bem como, pelas fotografias que serviram como matrizes e dos retratos em óleo sobre tela que figuraram na Galeria dos Convencionais e que constituem acervo do Museu Republicano “Convenção de Itu”, extensão do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Zequini, Anicleide. Galeria de Retratos dos Convencionais Republicanos de 1873. São Paulo: Universidade de São Paulo, Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, Museu Paulista, 2017.

 

O Artigo:

 

A formação da Galeria de Retratos a óleo dos 133 participantes da Convenção de Itu ocorrida em 18 de abril de 1873, conhecidos como os “Convencionais de Itu”, foi um dos primeiros projetos para a constituição da área expositiva do Museu Republicano, inaugurado em 18 de abril de 1923, no edifício em que ocorreu a Convenção de Itu, reunião política republicana e considerada como “evento fundador do republicanismo paulista” (MARTINS, 2012, p. 34).

 

A escolha dos retratos para esta Galeria foi realizada a partir do registro presencial dos Convencionais de 1873, documento denominado de Livro de Assinaturas e, também da Ata da Convenção, que trazem os nomes dos 133 republicanos que foram eleitos pelos respectivos Clubes Republicanos e as localidades que os mesmos vieram como representantes.

 

Sendo assim, nota-se a ausência nesta Galeria de muitos nomes de importância para o movimento republicano, como o de Francisco Rangel Pestana, por exemplo, que em 1874 passou a trabalhar como redatorchefe do jornal A Província de São Paulo, que posteriormente passaria a se chamar O Estado de São Paulo.

 

Contudo, o fato não constarem no livro de assinaturas ou mesmo na Ata dos trabalhos, não são indícios de que estiveram ausentes no dia 18 de abril de 1873, pois segundo o relato de José de Vasconcellos de Almeida Prado (irmão de Carlos Vasconcellos de Almeida Prado, proprietário do Sobrado da Convenção em 1873), a Affonso de Taunay em 1923, descreveu que naquele dia: “ Desde muito antes da abertura da sessão, o sobrado estava completamente cheio de republicanos e de curiosos. Tivemos receio que o soalho afundasse. Não se podia entrar nem subir, tal era a aglomeração de gente. Em cima, á porta que dava ingresso a sala de reunião, o livro de presença para os que fossem republicanos ou quisessem batizar-se como tais, naquela data. Foi uma bela festa cívica: muita ordem, muito entusiasmo e verdadeira alegria ” (SOLENNISAÇÃO, 1923, p. 76).    

           

Criado para ser um memorial da História Republicana Paulista, a instalação do Museu de Itu se concretiza em meio aos “primeiros sinais de desgaste” do Partido Republicano Paulista e às comemorações relacionadas ao Centenário da Independência do Brasil no ano de 1922, evento que proporcionou a capitalização de recursos, em especial acumulados pela cultura cafeeira para a construção de parques, construções públicas e monumentos (BREFE, 2005).

 

Em meio a estas comemorações houve a inauguração do Monumento do Ipiranga e reorganização do Museu Paulista, conhecido como Museu do Ipiranga, que foi remodelado na gestão de Afonso Taunay, em museu histórico.

 

Como parte deste projeto de reorganização destacou-se a remodelação da decoração interna do edifício monumento e a criação, em dezembro de 1922, da Secção de História Nacional, especialmente a de São Paulo e a de Etnografia.  

 

Para a organização desta Secção de História, Afonso Taunay contou com recursos do governo Altino Arantes (1916-1920), que possibilitou a abertura, em 1917, das exposições destinadas à cartografia antiga de São Paulo e aos documentos iconográficos paulistas. No governo posterior, o de Washington Luís Pereira de Sousa (1920-24), “tomou a secção de História notável desenvolvimento” (TAUNAY, 1937, p. 48).

 

É neste contexto fundado o Museu Republicano de Itu, sendo o mesmo anexado à Secção de História do Museu Paulista. Para a criação deste museu, o então presidente do Estado de São Paulo Washington Luís, promulgou em 1921, a Lei no. 1856 autorizando a compra da “Casa da Convenção” pelo Governo do Estado tendo, em fevereiro de 1923, autorizado a liberação de recursos para as reformas do edifício do sobrado que, construído em taipa de pilão no inicio do século XIX, necessitava ser adaptado para sediar as áreas expositivas.

 

Nota-se que a participação de Washington Luis no projeto de formação do Museu de Itu foi além das assinaturas que permitiram a compra e reforma do edifício. Taunay, em artigo publicado o Jornal do Commercio de 5 de outubro de 1941, discorrendo sobre a criação do Museu Republicano em 1923, afirmou que: “atribuiu o governo paulista ao Museu de Itu, alias anexo do Museu Paulista, a função de rememorar os fatos da campanha da propaganda republicana, na antiga Província de S. Paulo, devendo precisamente recordar as figuras dos convencionais de 1873”.   

 

Washington Luis também esteve presente durante as obras do edifício especialmente orientando as reformas. Como exemplo, foi dele a sugestão para a abertura do “grande salão” situado na parte superior da edificação. Para tanto houve a necessidade de se realizar a demolição de alcovas e algumas paredes. Contudo foram preservadas as salas da frente do edifico onde historicamente se realizou a Convenção de Itu (SOLENNISAÇÃO, 1923, p. 19).

 

Washington Luis foi também o responsável pela indicação de Afonso Taunay para a direção do Museu Paulista (1917) e para o Museu Republicano, participando de sua inauguração em 18 de abril de 1923. Além disso, segundo Taunay, foi Washington Luis “quem escolheu os nomes dos próceres da República, convencionais e outros que deveriam ser homenageados com retratos, deu redação aos dizeres da placa comemorativa e deu outras providencias” (MARTINS, 2012, p. 50).

           

De acordo com Taunay, o Museu Republicano de Itu foi criado “com a finalidade de comemorar, especialmente a Convenção de Itu e a fase da propaganda republicana” e de “dar ao publico uma ideia do que era o ambiente de uma casa rica brasileira, nos últimos decênios do Império” e finalmente “o do aproveitamento do vasto e nobre saguão do edifício para a rememoração dos velhos fastos locais” (TAUNAY, 1946, p.11 - 12).

 

Observa-se que a exposição inaugural do museu, em 1923, já contava com alguns retratos referentes aos Convencionais de 1873 e de outros republicanos. Entre eles já figuravam na exposição os retratos de João Tibiriçá Piratininga, Américo Brasiliense de Almeida Mello, Carlos Vasconcellos de Almeida Prado, Antonio Francisco de Paula Souza, Francisco Emigdio da Fonseca Pacheco Ignacio Xavier Campos de Mesquita, Manoel Moraes de Barros e Cesário Motta. Além dos retratos de “Gabriel Piza, Coronel Francisco de Paula Cruz, Francisco Pedro de Souza Mello, Senador Flaquer e Joaquim Fonseca”, presentes na inauguração em 1923. (SOLENNISAÇÃO, 1923, p.29).

 

A Galeria de Retratos dos Convencionais foi instalada na parte superior do edifício, nas áreas denominadas de Salão da Convenção, ou Salão de Honra, destinadas a exposição dos retratos daqueles que participaram diretamente dos trabalhos da reunião ocorrida em 1873, como de outros quadros de republicanos que foram expostos na área denominada de Grande Salão.  

 

Em 1941, conforme artigo publicado, “O Centenário de Prudente de Moraes e o Museu de Itu”, no Jornal do Commercio, de 5 outubro de 1941, Taunay informava que já haviam sido pintadas 116 telas de um total de 133 participantes da Convenção de Itu. Esta ausência de retratos foi por ele atribuída à falta de retorno “aos repetidos apelos feitos pela imprensa aos parentes, amigos e conhecidos dos convencionais”.

 

Observa-se que a dinâmica empreendida por Afonso Taunay para a ampliação da Galeria de  Retratos iniciou-se pela localização das fotografias dos Convencionais, as quais serviram como matrizes para os retratos pintados em óleo sobre telas, elaborados  entre os anos de 1923 a 1946, a partir dos trabalhos de vários de artistas contratados durante a sua gestão no Museu de Itu. Para tanto, organizou várias frentes de trabalho, formando uma ampla rede de informações e contatos com familiares e conhecidos.

 

Observa-se também que os primeiros conservadores do Museu Republicano tiveram ampla participação na localização das fotografias dos convencionais, matrizes dos retratos que foram, nas palavras de Taunay, “ampliadas a óleo”, como também do levantamento dos dados biográficos de cada um deles. Neste caso, focados apenas no levantamento de dados pontuais como local e data de nascimento e morte. Estes dados, posteriormente, eram grafados juntamente como os nomes de cada um deles para a elaboração dos chamados “rótulos”, legendas dos retratos expostos.

 

Esta rede de informações contou com a colaboração de vários funcionários do Museu de Itu, como o do primeiro conservador Evaristo Galvão de Almeida (1923-1924), casado com Isabel S. Ferraz de Almeida que era filha de Joaquim de Sampaio Góes, representante de Campinas na Convenção de 1873. Certamente os contatos familiares deste casal auxiliaram na localização das famílias e, por sua vez, das fotografias.

 

A dinâmica destes contatos pode ser observada em uma correspondência enviada para Taunay no ano de 1923, em que Evaristo Galvão deixou registrado o encaminhamento para o Museu Paulista do retrato do Convencional Dr. Rafael Aguiar Paes de Barros, que havia sido entregue no Museu de Itu, pelo seu filho Annibal Paes de Barros.

 

No período entre os anos de 1926-1930, com a presença Othilia Penteado de Paula Leite, terceira conservadora do Museu de Itu, houve crescimento significativo nas encomendas para as pinturas dos retratos dos convencionais, especialmente relacionadas com a localização das fotografias matrizes.

 

Pode-se atribuir este feito à rede familiar e de amizade de D. Othilia Penteado, especialmente, a presença de seu cunhado Francisco de Paula Leite de Sampaio, morador em Capivari.

 

Nota-se por meio das correspondências trocadas entre Francisco de Paula Leite Sampaio e a conservadora Othilia Penteado, entre finais da década de 1920 e a de 1930, a importância de Francisco na localização dos retratos encaminhados ao Museu. Destes destacam-se os retratos de José Rodrigues Paes e Américo Boaventura de Almeida, em 1928; o de Domingos Viegas Muniz, dado pelo seu irmão Antonio Joaquim Viegas Muniz, em 1929; e, em 1930, o de Manoel Arruda Castanho, entregue por seu filho Raymundo Castanho, e o quadro a óleo do Dr. José Pinto do Carmo Cintra, pintado por Almeida Junior, conhecido como Jugiquinha e doado ao Museu de Itu por sua filha Julia Cintra do Prado, moradora de Amparo, cujo irmão era morador de Capivari.

 

Além da formação desta rede de conhecidos e familiares, Taunay também se valeu das publicações na imprensa de grande circulação para levar adiante seu projeto. Observa-se que no ano de 1930 publicou, em jornais de São Paulo e de Rio de Janeiro, anúncios informativos sobre a Galeria de Retratos dos Convencionais no Museu de Itu, bem como, solicitou às famílias as fotografias faltantes. Esses anúncios escritos com a orientação de Taunay eram sempre assinados pela conservadora do Museu de Itu D. Othilia Penteado.

 

Num destes anúncios, publicado no Jornal Correio Paulistano em 13 de março de 1930, com o título “A Galeria de retratos dos convencionais de 1873”,  D.  Othilia informava ter recebido “uma dúzia de photographias dos vultos a quem desejamos homenagear, como ainda várias pessoas nos tem escripto prometendo remessa de retratos ou pedindo informações a respeito dos convencionais”.

 

Assim, após o recebimento das fotografias, as mesmas eram encaminhadas para a realização de cópias fotográficas e estas sim é que eram enviadas aos artistas para a pintura dos quadros. Nota-se que os fotógrafos contratados para a realização das cópias eram moradores de Itu. Entre eles estava o alemão Frederico Egner, o qual também executou a maioria dos trabalhos de reproduções fotográficas tanto dos Convencionais, como também, das áreas expositivas do Museu. Já para a década de 1940, há indicações de trabalhos fotográficos realizados pelo também morador de Itu, Setimo Catherini.

 

Contudo, nota-se que os retratos encaminhados diretamente para Afonso Taunay no Museu Paulista foram reproduzidos por outros profissionais, como exemplo, pela empresa fotográfica “Photographia Lazzarini”, localizada na Rua São Bento, em São Paulo.

 

Assim, após a realização dessas cópias fotográficas, quer em Itu ou em São Paulo, os originais entregues pelas famílias eram imediatamente devolvidos aos respectivos proprietários.

 

Nota-se também que esta prática se mostrou muito profícua na campanha realizada nos jornais de grande circulação. Em carta publicada no jornal Correio Paulistano, de 8 de junho de 1930, a preocupação em afirmar a devolução dos originais foi incorporada ao texto do anúncio publicado. Assim, afirmava-se que “desde que o Museu receba as photographias de que precisa, mandará fazer-lhes a reprodução, sendo os originais devolvidos immediatamente e por cartas registradas aos seus possuidores”.

 

Esta prática de devolução dos originais é também constatada na composição atual do acervo iconográfico do Museu Republicano de Itu, especialmente na coleção referente às fotografias dos Convencionais, notando-se a inexistência de inúmeras fotografias, ou seja, das cópias que serviram de matrizes para as pinturas dos quadros dos Convencionais.

 

As “ampliações a óleo”, como Taunay costumava se referir à transformação das fotografias em quadros pintados em telas, recebiam dimensões e molduras padronizadas.  Dos artistas pintores contratados estavam Adelaide G. Cavalcanti, Adrien Van Emelen, Aladino Divani, Bernardino de Souza Pereira, Berta Worws, Franta Richter, G. Lorini, Henrique Bernardelli, Henrique Manzo, Henrique Távola, José Wasth Rodrigues, João Baptista da Costa, Joaquim Costa Ferreira, José Marques Campão, Oscar Pereira da Silva, Paulo do Valle Junior, Paulo Leão, Pedro Bruno, Salvador Parlagrece, Tarsila do Amaral e Theodoro Braga. Constam também desta Galeria dois quadros que foram pintados pelo ituano Almeida Junior no século XIX e doados ao Museu Republicano de Itu entre os anos de 1923 e 1930.

 

As pinturas eram emolduradas na Fábrica de Molduras Costa Ferreira & Cia, de São Paulo. Esta empresa executou praticamente todos os trabalhos para a Galeria dos Convencionais, padronizando o estilo e acabamento em cor dourada.  Assim, finalizado o processo de produção do retrato, os mesmos eram despachados via ferrovia para Itu e colocados na Galeria dos Convencionais sob as orientações de Taunay.

 

Um resumo desta dinâmica do processo de formação da Galeria dos Convencionais do Museu Republicano de Itu foi relatado numa crônica escrita por Aluísio de Almeida e publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 16 de agosto de 1945. Sob o título de Azulejos e Quadros a Óleo, descreveu a atividade de Taunay junto a formação do acervo do Museu de Itu, já que o tinha visto “dirigindo pessoalmente a colocação dos novos azulejos nas paredes do saguão de entrada”. Mas, nos salões de cima, todos muito brancos e claros, conforme sua descrição, estava a “maior riqueza do Museu de Itu, e o que o eleva acima do município, a todo o Estado. Dê-se o caso que o Dr. Afonso de Taunay resolveu desde o começo obter os retratos de todos os convencionais, mais de uma centena de pessoas que então sobressaíram nas sociedades municipais de toda a província. Vai daí cartas para cá, cartas para lá, anúncios, propagandas, e com o correr do tempo vem aparecendo um retratinho demorado do Sr. Fulano, que uma prima de um seu amigo guardava et. E imediatamente o Diretor manda fazer o quadro e óleo. É uma galeria monumental. Mas ainda faltam 17 convencionais, diz-nos o Diretor meio desanimado”.

 

Destes faltantes, ainda nos dias atuais, estão os representantes de Itu, João Xavier da Costa Aguiar e Luís Antônio Nardy de Vasconcellos; de Jundiaí, Antonio Basilio de Vasconcellos Barros e Constantino José dos Santos; de Campinas, Antonio de Cerqueira, Evaristo Brasileiro de Campos e Alexandre Jeremias Junior; de São Paulo, Joaquim Taques Alvim; de Amparo, Tristão da Silva Campos (este possui fotografia, mas não foi feito o retrato); de Porto Feliz, João Baptista da Silveira Ferraz, Antonio Joaquim Viegas Muniz e Jeronymo Pereira de Almeida Barros; de Capivari, Antonio de Camargo Barros, Joaquim Silveira Rodrigues e Antonio Joaquim Lisboa e Castro; de Indaiatuba, Manoel José Ferreira de Carvalho; do Rio de Janeiro, Crimildo Barata Ribeiro e Eduardo de Oliveira Amaral.

 

 

Bibliografia

 

BARBUY, Heloisa. Os Bacharéis da Convenção de Itu, em 1873, e a criação do Museu Republicano, 50 Anos depois.São Paulo: Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, 2013. (Texto em boletim).

 

BREFE, Ana Claudia Fonseca. Museu Paulista. Afonso Taunay e a memória nacional. São Paulo: Editora UNESP: Museu Paulista, 2005.

 

MARTINS, Mariana Esteves. A formação do Museu Republicano “Convenção de Itu” (1921-1946). Dissertação (mestrado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP, São Paulo, 2012.

 

SOLENNISAÇÃO do Cincoentenario da Convenção de Itu realizada a 18 de abril de 1873 com a instalação do Museu Republicano Convenção de Itu pelo Governo do Estado de São Paulo. São Paulo: Companhia Melhoramentos de São Paulo, 1923.

 

TAUNAY, Afonso de E. Guia da Secção Histórica do Museu Paulista. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1937.

 

TAUNAY, Afonso de E. Guia do Museu Republicano Convenção de Itu. São Paulo: Industria Gráfica Siqueira, 1946.

 

 

FONTES DE PESQUISA

 

 

Acervo de Objetos e Pinacoteca do Museu Republicano “Convenção de Itu”/Museu Paulista/USP

Arquivo do Centro de Memória da Unicamp – Campinas.

Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Biblioteca do Museu Republicano “Convenção de Itu”. Museu Paulista/USP.

Biblioteca Municipal " João Batista Prata". Capivari, São Paulo 

Documentação textual e Fotografia do Museu Republicano “Convenção de Itu”. Museu Paulista/USP

Family Search. Disponível em https://www.familysearch.org. Acesso em 9 out. 17.

Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital. Acesso em 9 out. 17.

Jornal Província de São Paulo/ O Estado de São Paulo Disponível em http://acervo.estadao.com. Acesso em 9 out. 17.

Serviço de Documentação Histórica e Iconografia (SVIDHCO). Museu Paulista/ USP.

Comentários