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Publicado: Quarta-feira, 29 de março de 2017

Modalidades extremas

Crédito: www.google.com.br Modalidades extremas
Lesão ombro

Levantar pneus de trator, bater corda náutica e realizar exercícios explosivos até a exaustão, passou a ser cada vez mais comum nas rotinas diárias de treinamento em inúmeras academias e clubes, mas será que todos podem fazer essas metodologias de altíssima intensidade? Sabe- se através de vários estudos científicos e avaliações físicas, que o treinamento de alta magnitude, além de proporcionar melhor desempenho físico, também propicia um corpo muito mais atlético, ou seja, mais musculoso e bem tonificado como podemos observar nas Olimpíadas.

Atletas utilizam essas estratégias de altíssima exigência física, com a finalidade de aperfeiçoamento da performance ultrapassando muitas vezes o seu limite fisiológico e psíquico, independente do custo a pagar por isso. Temos que ter em mente que um atleta já passou por várias fases ou períodos de treinamento, desde a adaptação até a formação da base global, para após ter a introdução dos exercícios de altíssima intensidade. Sabendo disso temos que refletir e entender que para podermos executar uma atividade exaustiva precisamos de tempo, através de uma sequência pedagógica prescrita por um profissional de Educação Física, para uma satisfatória adesão, levando sempre em consideração a individualidade de cada participante, restrições e reais necessidades e jamais esquecer de avaliar o nível de treinabilidade, sendo estes: iniciante, intermediário ou avançado.

Procure sempre uma academia séria e professores de Educação Física capacitado e habilitado para prescrever e indicar a melhor opção de atividade para a sua condição atual, evitando assim, lesões e frustrações quando a necessidade é visar saúde, segurança e eficiência.

Sucesso hoje e sempre!

Prof. Esp. Pedro de Paula Leite Aguiar  

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Entendendo o mundo fitness

Pedro de P. L. Aguiar

Pedro de P. L. Aguiar

Graduado em Educação Física pelo Ceunsp; Pós-graduado em bioquímica, fisiologia, treinamento, nutrição desportiva pela Unicamp; e Pós-graduando em fisiologia do exercício com ênfase em envelhecimento, saúde e doenças na USP.

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