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Publicado: Segunda-feira, 25 de julho de 2011

Triste por Amy

Crédito: Internet Triste por Amy
Que triste: tão talentosa e tão fraca.

Devo confessar que jamais havia escutado três músicas de Amy Winehouse seguidas. Decididamente não era seu fã, apesar de reconhecer seu talento musical. Canções sempre muito bem ritmadas, abrigando uma voz poderosa, cheia de estilo e falsetes.

No noite de sábado (23 de julho) o canal Multishow reprisou a apresentação da cantora na qual ela ganhou cinco Grammy, o Oscar da indústria fonográfica. O show foi gravado em 2008, em Londres, e transmitido ao vivo na época, já que Winehouse teve seu visto negado para entrar nos EUA.

É corriqueiro uma celebridade virar unanimidade depois da própria morte. Sobretudo se esta celebridade morre em circunstâncias trágicas ou muito precocemente. A história da música está cheia de casos assim, de Jimmy Hendrix a Janis Joplin, de Elvis Presley a John Lennon.

Os críticos são unânimes em classificar Amy Winehouse como um ícone da música dentro de seu estilo peculiar. Uma artista que, desde os dez anos de idade, já dava sinais muito talento. Infelizmente, tudo foi interrompido por conta de excessos: de álcool, de drogas, de más companhias. Uma vida desregrada, ninguém pode negar.

Não tive como evitar uma tristeza sentida ao ver a reprise de Amy naquele show. Tão jovem, tão bela, tão cheia de estilo e personalidade, tão inteligente para criar suas letras e melodias. Mas tão fraca a ponto de sucumbir diante dos próprios vícios e fantasmas.

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Visão de Mundo

Salathiel de Souza

Salathiel de Souza

Jornalista, professor e teólogo, iniciou carreira em 1996. Membro da Academia Ituana de Letras, é sacerdote católico apostólico romano e autor de "Tudo Pela Missão! - Minha Experiência Missionária em Roraima".

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