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Publicado: Sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sonhar, se preciso for

XXX Domingo do Tempo Comum

23 de outubro.  2011.

Ano “A” do ciclo Trienal

Evangelho segundo Mateus:

Versículos 34 a 40, capítulo 22.

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“”   Naquele tempo, os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo:

“Mestre, qual é o maior mandamento da lei?”

Jesus respondeu:

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento!` Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: `Amarás ao teu próximo como a ti mesmo`. Toda lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.  ‘’”

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Continuam os evangelhos ainda extraídos do capítulo 22, de Mateus, na liturgia dominical, para, na próxima semana, começar o de número 23.

Insistem os contrários a Jesus em provocá-lo, na tentativa inútil de surpreendê-lo em erro.

Seja entanto de proveito esse enunciado basilar da lei nova, trazida pelo Mestre, o de colocar o amor acima de todas as práticas em relação ao próximo.

Tão seriamente que, ao citar a norma por excelência – a do amor a Deus em primeiríssimo lugar – coloca logo em seguida que se há de querer bem o próximo. Como? Com as mesmas predileções, intensidade e devotamento que o homem dedica a si mesmo.

A bem da verdade, do que acontece todos os dias, privilegiados os irmãos que possam afirmar que vivem na plenitude esses ensinamentos. A convivência humana labora surda e acintosamente na direção contrária, seja pela ganância, seja pela indiferença religiosa, seja pelo desrespeito e afronta ao sagrado, seja porque vai-se ao extremo de dizimarem-se mutuamente.

Transposta portanto a resposta de Jesus a tempos de agora, só existe mesmo esse caminho a ser seguido – o do amor incondicional – algo reconhecidamente difícil mas imperioso e urgente, a custo que seja de serem os fiéis vistos como parvos e ingênuos.

Uma exortação como esta, num humilde comentário e reflexão, soa ingênua e sonhadora.

Sim, é preciso sonhar, se esse for o caminho!

                                                                                 João Paulo

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João Paulo, pseudônimo do jornalista Bernardo Campos, adotado para temas de espiritualidade.

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