Colunistas

Publicado: Sábado, 5 de dezembro de 2015

Os precursores, nós ...

Os precursores, nós ...

 

 

2º. DOMINGO DO ADVENTO – 06.12.2015

Liturgia do Ano “C”,  de Lucas

Evangelho (Lc. 3, 1-6)

...............................................................................................................................

“”    No décimo quinto ano do império de Tibério Cesar, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes administrava a Galileia, seu irmão Filipe, as regiões da Itureia e Traconítide, e Lisâneas a Abilene; quando Anás e Caifás eram sumos sacerdotes, foi então que a palavra de Deus foi dirigida a João, o filho de Zacarias, no deserto.

E ele percorreu toda a região do Jordão, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados, como está escrito no livro das palavras do profeta Isaías:

“Esta é a voz daquele que grita no deserto: ´preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas.

Todo o vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas; as passagens tortuosas ficarão retas e os caminhos acidentados serão aplainados.

E todas as pessoas verão a salvação de Deus´ “    “”

...............................................................................................................................

Entra-se, pois, decididamente em nova fase, iniciada na semana passada, com o que na liturgia se denomina Ano "C", para destaque dos evangelhos escritos pelo apóstolo Lucas.

Jesus, Deus, ao invés de instituir um arauto e precursor da altura de sua importância, escolhe justamente João, vestido de peles, a alimentar-se apenas de frutas e mel, produtos naturais e comuns.

Fiel e destemido, João Batista usa até de linguagem figurada para demonstrar o quanto seriam dali para a frente as lições a serem pregadas por seu Mestre e senhor.

A fidelidade e o apego à missão de preparar as sendas de Jesus chegaram ao ponto de batizar Jesus para, num final de sofrimento e glória a um só tempo, ser João levado à morte na mais cruenta das formas. Eis que dele pediram a cabeça, trazida numa bandeja. Hoje, São João Batista.

Sem se tratar de força de expressão, numa consequência natural, incumbe agora e sempre a todos nós e a cada um, fazermo-nos também anunciadores destemidos do nome de Jesus, fonte única e intransferível de salvação.

Não há meio termo.

Sem meias medidas, cada um há de ser ou, então, não ser de Cristo.

O "talvez" ou o indeciso "algum dia", não cabem nessa diretriz.

                                                                                                       João Paulo    

Comentários

Reflexão Dominical

João Paulo

João Paulo

João Paulo, pseudônimo do jornalista Bernardo Campos, adotado para temas de espiritualidade.

Arquivo

17 dias atrás

Olhemo-nos de frente

14 de setembro de 2019

Ovelha desgarrada inquieta o Pastor

7 de setembro de 2019

O peso da cruz

Ariza Centro Veterinrio