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Publicado: Sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O medo de falar uma nova língua

O medo de falar uma nova língua
Abrir portas e conhecer o mundo, sem medo de ser feliz...

Falar outra língua é, realmente, difícil, algo que pode gerar medo?

Tento responder a esta pergunta com algumas considerações sobre o aprendizado de línguas estrangeiras em nosso pais.

Quando um chefe quer parecer importante ele faz com que seus subordinados acreditem que o trabalho que realiza é muito importante e ... Muito difícil!

Instala-se o paradigma!

Mas, de repente, alguém olha com mais calma e nota, claramente, que várias pessoas na empresa podem fazer o mesmo trabalho, de uma forma mais rápida e com mais eficiência.

Está desfeito o paradigma!

Após décadas observando o sistema ensino/aprendizado de línguas estrangeiras, não só no Brasil, como no exterior, tanto como linguista, ou como professor e pesquisador, chego à conclusão de que no ensino/aprendizado de línguas em nosso país  acontece  mais ou menos a mesma coisa, com destaque para a Língua Inglesa, a mais presente na vida das pessoas.                   

Como ainda estamos aprendendo a falar o Português corretamente, por razões históricas, com raízes em nosso passado, a Língua Inglesa sempre foi vista como algo de domínio da elite.

Muito recentemente, pode-se dizer, há poucas décadas, quem estudava Inglês ou Francês em nosso país era visto como uma pessoa abastada. O Espanhol, por ser uma língua da América Latina, nunca despertou muito interesse, considerando-se, ainda, que todos os brasileiros acreditam que já sabem “ser virar em Espanhol”.

Já no caso das duas primeiras línguas citadas, o Francês era a língua da diplomacia, a língua das altas rodas, e o Inglês a língua comercial, do comércio exterior e da tecnologia.

Nossa! A minha prima está estudando Inglês!

Nossa! Meu colega de trabalho já fala Inglês e está estudando Francês!

Ou seja, aqueles que estudam Inglês, Francês, ou outra língua estrangeira, e os que conseguem aprender, são, infelizmente, vistos como pessoas especiais, um paradigma que precisa ser quebrado, já que o aprendizado de outros idiomas nada mais é que a ampliação de nosso ambiente cultural, de conhecimento, ou seja, algo natural.

E a Metodologia dos Sons, desenvolvida na Europa e aplicada no Brasil, no Centro Cultural Europeu, tem, como objetivo principal, auxiliar na quebra deste paradigma.

O aprendizado de qualquer língua, inclusive da Língua Portuguesa, é só uma questão de TRABALHO, não de DIFICULDADE!

Umas línguas são um pouco mais trabalhosas que outras. Umas tem mais palavras que outras.

Só isso, nada do outro mundo.

Para facilitar esse trabalho é necessário seguir o caminho natural do aprendizado em nossa vida:

- Audição, Fala, Escrita, Leitura, Aperfeiçoamento da Pronúncia, ou seja, através da Metodologia dos Sons.

Para facilitar ainda mais, devemos aprender primeiro a trabalhar com o que está à nossa volta no dia-a-dia, com aquilo que mais temos contato, que mais gostamos de ler, de fazer, e, depois, aos poucos, ir abrindo o leque, ampliando o conhecimento, em um processo infinito.

Não é assim que a criança aprende a se comunicar?

Mamãe, papai, vovó, titia, amiguinho, alimento, bebida, brinquedo, casa, animal. Depois a rua, a escola, a igreja, a empresa e o mundo, enfim.

Ao abrirmos um livro de Inglês, nosso ou de nossos filhos e netos, o que nós encontramos?

Gramática, conversa de adulto, de gente que já fala Inglês.

Será que isto está correto?

Todo aprendizado tem que ser natural, prazeroso, encantador, cativante. 

Sem medo de sermos felizes.

Informações sobre o Curso de Inglês do Centro Cultural Europeu – Escola de Línguas, Unidade Itu, poderão ser obtidas pelos telefone (011) 40223909  ou (11) 98362 9648 – WhatSapp, e pelo E.mail    london_cons@hotmail.com, ou, ainda, no hotsite   www.itu.com.br/faleingles

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Comunicação

Sidarta da Silva Martins

Sidarta da Silva Martins

Educador precoce lecionava, gratuitamente, Português, Matemática e História aos colegas do Regente Feijó, em Itu. Professor universitário e pesquisador, afirma nas palestras que faz: "A Educação deve formar o cidadão global, e o homem bondoso universal!"

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