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Publicado: Segunda-feira, 3 de junho de 2013

Deus provê

IX DOMINGO DO TEMPO COMUM

Junho,  2, 2013 – Ano C da Liturgia

Evangelho (Lucas, 7, 10).

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“”   Naquele tempo, quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito e que estava doente, à beira da morte. O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado.

Chegando aonde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faça este favor, porque ele estima o nosso povo. Ele até nos conseguiu uma sinagoga”.

Então, Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes porque não sou digno de que entres em minha casa. Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente a teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: ‘Vai’, ele vai; e a outro: ‘Vem´, ele vem; e ao meu empregado: ‘Faze isto!, ele o faz.

Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia e disse:

“Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”.

Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde.   “”

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Não sem motivo a Igreja incorporou à liturgia da celebração eucarística os dizeres inspirados na fé profunda e verdadeira do oficial romano:

“Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo.”

Jesus também, certa feita, exaltou a fé daqueles que não estavam juntos na sua vida pública e que, mundo afora, acreditariam mesmo sem ver nem ouvir pessoalmente sua doutrina.

O dom da fé é precioso.

A fé não pede explicações e aceita fervorosamente a crença em Jesus Cristo, Deus e homem.

Tanto mais poderosa a crença quanto mais se ore e se peça sem impor condições, entregue o fiel confiantemente à providência, para que ela encaminhe os pedidos nem tanto ao gosto de cada um e muito mais quanto a que lhe seja de verdadeiro fruto espiritual.

Pode-se equivocar o homem nas suas preces, mas se os formula com retidão e sinceridade, Deus cuida de que só lhe advenha o bem.

Não raro, quando se está desarvorado e pareciam fugir todas as esperanças, eis que um fato novo acomoda as situações.

Deus provê.

                                                                             João Paulo

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João Paulo, pseudônimo do jornalista Bernardo Campos, adotado para temas de espiritualidade.

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