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Publicado: Terça-feira, 28 de julho de 2015

Cautela, acima de tudo

Cautela, acima de tudo

 

 

17º. DOMINGO DO TEMPO COMUM

Liturgia do Ano “B” de Marcos

26.07.2015 - Evangelho (Mateus, 6, 1-15)

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“”    Naquele tempo, Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, .

 chamado de Tiberíades. Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes.

Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. Levantando os olhos e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe:

“Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?”

Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer.

Filipe respondeu:

“Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”.

Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse:

“Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?”

Jesus disse:

“Fazei sentar as pessoas”.

Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens.

Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes.

Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos:

“Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!”

Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco , pães, deixadas pelos que haviam comido.

Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam:

“Este é verdadeiramente o profeta, aquele que deve vir ao mundo”.

Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.

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Já foram vistos comentários e alusões de pessoas descrentes ou indecisas quanto à adoção da religião católica, que tentam minimizar este milagre, por afirmar que tudo não passa de força de expressão. Seria não mais que um simbolismo e não fato acontecido com o rigor e exatidão da narrativa.

Ora, não foi este o maior nem o mais significativo dos prodígios operados por Jesus, para dizer pouco, das vezes sem conta em que curou doentes e recuperou a força a aleijados e defeituosos.

Ressuscitou mortos!

Quem pode mais, pode no menos e assim por diante.

O fato é que se pode confiar plenamente nos textos sagrados, tanto que todos somos socorridos constantemente com graças alcançadas, de modo efetivo e muito diferente das encenações que a mídia sugere, em sessões públicas aptas a sugestionar os incautos, através de seitas, numa atividade altamente rentável.

Cautela, acima de tudo.

                                                                                                                João Paulo

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João Paulo, pseudônimo do jornalista Bernardo Campos, adotado para temas de espiritualidade.

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